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sábado, 17 de agosto de 2019

Analise do Benetti | O amor que atravessa gerações; Club 57 final

Sem palavras!? Em alto estilo, de forma, plena, fantástica ou qualquer outro adjetivo que preferirem rotular, se encerrou nesse final de julho a 1ª temporada de Club 57, a tão esperada telenovela juvenil que celebra os 10 anos da Nickelodeon Latina a frente de novelas juvenis. Com isso vamos conversar um pouquinho sobre mais essa fantástica produção Nickelodeon...

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Confesso, confesso, confesso um milhão de vezes até se possível, fazia tempo que eu não me sentia tão tocado com uma produção Nickelodeon ou de qualquer emissora (com todo respeito obviamente as antecessoras de Club 57). Focada em viagens temporais, que eu não sei vocês, mas no meu caso é sempre um tema que me fascina, Club 57 plantou do seu inicio ao fim de sua primeira temporada uma semente única no coração de todos nós: uma semente linda, bela fruto do amor e dos inúmeros conceitos esmiuçados durante toda trama Afinal me contrarie aqui nos comentários se eu estiver mentindo, seja você homem (como eu) ou mulher, não se nega, eu sei, você se sentiu tocado ao final do capitulo 60 de Club 57; NÃO NEGA!!


O amor a tudo vence? O amor atravessa gerações? Nosso futuro é como um espelho do que plantamos no nosso passado? O que é o amor para a geração do nosso presente? Esses e outros questionamentos vem a tona em discussão durante Club 57 após Eva e Rúben viajarem de 2019 até 1957. Repleta de ensinamentos de vida entrelinhas, é de se aplaudir de pé Club 57.

Muito se questiona se amor a tudo vence, muito se questiona se o amor supera obstáculos, se ele vence o mal etc. Aos mais desacreditados, aos que estão descrentes já do amor a algum tempo, Club 57 mostrou que quando o amor é verdadeiro ele supera até ao maior dos obstáculos. Dos ensinamentos deixados durante o final da 1ª temporada de Club 57, esse ao menos foi o que mais me impactou. Ver no final da temporada de Club 57 o JJ lembrando da Eva mostrou que quando você ama alguém de verdade esse amor não morre com o tempo, ele atravessa gerações. E eu acredito no amor, apesar dos tombos que já tomei na vida.



                                                                (Imagem MundoNick.com)
Sabíamos que Eva e JJ era proibido desde o primeiro segundo, sabíamos que no quebra cabeça do tempo era JJ em 1957 e Eva em 2019, talvez por isso nos tenha tocado tanto o último episódio da 1ª temporada de Club 57. ''A veces vivir es también quedarse con ganas de más'' - como diria o Manuel.

O amor é puro, o amor é belo, nasce, desenvolve e por fim brota, essas seriam algumas das definições de amor quando assistimos Club 57. Mas o que seria o amor no nosso presente, o século Século XXI? O século da modernidade. Banalizou? Esse ao menos é um dos inúmeros questionamento que podemos nos fazer quando comparamos os romances de Club57 com os da nossa atualidade. Mercedes e Oso, Eva e JJ, cavalheirismo, romantismo, cumplicidade, nos parece tão raro em nosso século Século XXI hein? Eis por fim a pergunta, pro que caminha a nossa geração? Reflitam...


Plantar, colher, acreditar, construir, seguir nossos sonhos esses são outros conceitos esmiuçados de maneira paralela durante Club 57. Dizem que quando crianças acreditamos mais em nós mesmos, sonhamos que tudo é possível com toda força do mundo, mas que vamos crescendo e a vida (até nossos pais) vão tentando nos empurra para outros trilhos. Como teria sido nossa vida se tivéssemos feito essa ou aquela escolha no nosso passado? Quem nunca se perguntou? Essa é uma das reflexões entrelinhas que encontramos presente na questão toda de linha do tempo em Club 57. Alguns momentos nessa vibe a se destacar são por exemplo quando a Eva incentiva o JJ a seguir o seu sonho, o incentivando a cantar no Cristóvão Colombo, o fazendo largar uma partida de basquete para ir atrás do seu sonho de ser cantor.

                                                                                       (Imagem Internet)
O plantar colher se insere com a Vêro, a antagonista, que em 1957 é uma jovem de espirito mal, ambiciosa, que só pensa em si, e chega a velhice frustrada cheia de rancor, querendo vencer a qualquer custo, se vingar, e por fim termina sem sucesso na vida, sendo somente a dama dos gatos. Uma senhora que não triunfou quando jovem porque o rancor, a raiva e ambição a dominaram desde sua juventude. Plante o bem, jogue limpo, preste atenção nas escolhas que faz nada vida, nunca deixe de seguir seus sonhos e construa a melhor linha do tempo possível hoje, pois o futuro é isso, só um espelho do que plantamos em nosso passado. Esses seriam nesse caso alguns dos inúmeros ensinamentos deixados subentendidamente de presente a todos nós telespectadores de Club 57.


NOTA 10,00 - Seria nota 1.000 se pudesse, um errinho ou outro na trama que não me cabe aqui destacar, tendo em vista que do primeiro ao último capitulo Club 57 manteve sua trama estável, sem se tornar cansativa. E que final de temporada hein? O último episódio da 1ª temporada foi fantástico, mesclou suspense, drama, romantismo, medo e nos emocionou do começo ao fim, sem sombra de dúvidas um dos melhores finais de temporada que já assisti em toda minha vida. Aplaudir de pé a todo elenco, super conectado com a trama, roteiristas, câmeras e a Nickelodeon por essa fantástica produção é mensagem que quero deixar ao final dessa análise, parabéns a todos!! E que venha Club 572 o quanto antes.

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3 comentários:

  1. Concordo com tudo,Club 57 vai deixar saudades espero ansiosa pela segunda temporada,já votei 500 milhoes de vezes no KCA do México,e eles vão ganhar
    #melhorseriedomundo

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  2. Excelente série,espero muito a segunda temporada

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Item Reviewed: Analise do Benetti | O amor que atravessa gerações; Club 57 final Rating: 5 Reviewed By: Matheus Benetti